As melhores dicas para a pesca de corvinas

Nomes populares

O peixe de água doce chamado Corvina é conhecido popularmente como Cruvina, Pescada-Branca e Pescada-do-Piauí.

Nome científico

Plagioscion squamosissimus.

Distribuição geográfica

Assim, sua espécie é distribuída nos rios Parnaíba, Trombetas, Negro e Amazonas. Mas, atualmente, vem sendo introduzida no Sudeste por empresas do setor hidrelétrico, nas Bacia do rio Paraná, do Prata e do São Francisco e nos açudes do Nordeste.

Habitat

Então, o Corvina é um peixe que habita poços, remansos e reservatórios, vivendo em lugares fundos e de meia água.

Alimentação

É um peixe piscívoro, alimentando-se de outros peixes e camarões, com predominância de um ou outro dependendo do local.

Reprodução

O período de desova do peixe de água doce Corvina ocorre durante o ano todo, com pico de desova nos meses de setembro a outubro.

Características

O peixe Corvina é um peixe de escamas, com coloração prata azulada, boca oblíqua, com um grande número de dentes recurvados e pontiagudos. Mas, possui dentes na faringe e a parte anterior dos arcos branquiais apresenta projeções afiadas com a margem interna denteada.

Apresenta espinhos nas nadadeiras e duas nadadeiras dorsais. Não possui nadadeira adiposa. É capaz de produzir sons bem audíveis, por meio de músculos associados à bexiga aérea, que age como câmara de ressonância. Pode alcançar mais de 50 cm e atingir até os 4,5 kg.

Curiosidades

A espécie foi muito usada para povoamento de represas do Sudeste e Sul. Então conhecida como corvina de água doce ou pescada do Piauí. Mas existem três gêneros de corvina de água doce. O Plagioscion , o Pachypops e o Pachyurus.

Então a identificação desse gêneros se baseia na estrutura do ouvido interno chamado de otólitos, que são responsáveis pela percepção espacial do peixe (percepção de sua posição na água). Mas, o Plagioscion squamossissimus é uma espécie nativa da Amazônia que foi introduzida em várias regiões do Brasil, sendo que na região Sudeste em maior número.

Onde encontrar

É encontrado nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, além dos estados de Minas Gerais, São Paulo e Paraná, sendo pescada durante o ano todo. Espécie de fundo e de meia água, sedentária, forma grandes cardumes na porção central de lagos, lagoas e reservatórios.

Então, não descarta-se a possibilidade de captura em águas rasas, pois em grandes represas ela costuma usar os canais como forma de orientação em suas incursões a águas menos profundas, atrás de presas que se alimentam próximo das margens.

Dicas para pescá-lo

O melhor período para pescá-las é pela manhã bem cedo ou no final da tarde e à noite. Mas, para aumentar suas chances de fisgar as maiores, mantenha a isca em movimento, mesmo quando estiver pescando com uma viva

Ecologia

Espécies de fundo e meia água, sedentárias, que formam grandes cardumes na porção central de lagos, lagoas e reservatórios. Alimentam-se de peixes e camarões, com predominância de um ou outro dependendo do local.

Espécies muito apreciadas pela carne branca e delicada, sendo que Plagioscion squamosissimus, a espécie mais comum, tem grande importância comercial na Amazônia.

  • Equipamentos – O equipamento empregado é do tipo médio para linhas de 14, 17 e 20 lb. Então, é aconselhável o uso de varas de ação mais rígida. Mas, o anzol pode variar do n° 2/0 a 6/0.
  • Iscas – Principalmente iscas naturais, como pequenos peixes em pedaços ou inteiros (lambaris, sardinhas de água doce) e camarões. Então, ocasionalmente, podem ser capturadas com plugs de meia água e jigs.
  • Dicas – Os maiores indivíduos costumam ser pescados à noite em poços profundos. Mas, como muitas vezes o cardume está no fundo, a fisgada tem que ser firme para o peixe não escapar.