Pesca esportiva em ascensão no Estado do Rio Grande do Sul

Lembre-se da infância, relaxe e exercite a paciência ou apenas passe uma tarde agradável com a família ou sozinho. Seja qual for o motivo, quem decide passar o dia praticando a pesca esportiva encontra um caminho que cresce graças à proposta de preservar o meio ambiente e garantir o contato com a natureza.
O objetivo principal deste esporte é pescar, não para consumo ou comércio, mas pelo simples prazer de pescar. Dessa forma, todos os peixes são devolvidos ao seu habitat natural para preservação da espécie. A satisfação dos pescadores está em pesar, medir e fotografar os animais capturados.

Para a prática da pesca esportiva, existem alguns cuidados que todos os praticantes devem seguir para evitar ferimentos nos peixes – medidas devem ser tomadas durante a captura, retirada do anzol ou liberação. Dentre as medidas preventivas, o peixe deve ser manuseado o mais rápido possível com as mãos molhadas (mãos secas podem remover o muco que protege o peixe), e os anzóis devem ser retirados com alicate especial. Além dessas técnicas, existem formas específicas de equipamentos, como o uso de alicates, iscas artificiais e anzóis sem ou com farpas. Varas de pesca, molinetes, molinetes e linhas manuais também podem ser usados ​​na pesca. Outros acessórios, como redes de pesca, só podem ser usados ​​por pescadores profissionais.

Rio Grande do Sul e Pesca esportiva 

Existem vários locais para a pesca esportiva no Rio Grande do Sul. Um deles fica em Parobé e se chama Sítio Reviver. A área, construída há 22 anos como piscicultura, funciona há 16 anos como pescador salarial e há um ano e meio opção de pesca esportiva.

Aqui existem 21 açudes, 9 dos quais para pesca desportiva, 7 para criação de espécies e os restantes 5 vazios. Carpa cabeça, carpa israelense, carpa húngara, carpa capim, Paku, Traila e Kurimata. Atualmente, para a pesca esportiva no hotel você tem que pagar 28 reais. Nos empreendimentos, existe a opção de pagar taxas de pescado, onde o praticante paga pela quantidade de quilos de pescado capturado durante sua permanência no local. Dessa forma, além do custo fixo por quilo de cada peixe, a entrada é de R $ 10. Segundo Claudio, a tilápia é o peixe mais pescado e procurado pelos turistas, com um valor de 12,80 o quilo.

Para André Selzlein, 41, regular do site, o esporte está se desenvolvendo em todo o Brasil, assim como os equipamentos para sua prática. ‘Você passa o dia todo lançando as iscas, trabalhando-as de acordo com suas condições e características. Por isso, o equipamento tem que ser muito leve e sofisticado, principalmente para quem está começando ”, afirma.
André diz que na região a peculiaridade é pescar na traíra devido à agressividade dos peixes e que a preservação é um dos pontos importantes do esporte. ‘Normalmente você engancha a traíra com isca de superfície, onde você começa a trabalhar a isca até o ataque do peixe, o que dá uma impressão de esportividade na ação. A questão mais importante no esporte é o retorno cuidadoso dos peixes ao seu habitat natural ”, finaliza.

Não importa o tipo de peixe que você pesque ou o método de pesca que você escolher, a pesca esportiva é uma escolha para quem busca esportes radicais aliados à proteção da natureza. Entre eles, o bom pescador é aquele que segue as regras do praticante, não aquele que apanha o peixe maior.

 

Pesca esportiva em ascensão no Estado doRio Grande do Sul

 

Fonte:medium